sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Crisis? what crisis?


Crisis? What crisis?

O famoso álbum dos Supertramp, dos longínquos anos 70, assenta perfeitamente à situação actual do Sporting. Senão vejamos:

1. A vontade exacerbada quase esquizofrénica de alguns canais televisivos e de alguma imprensa desportiva em enterrar o Presidente Bruno de Carvalho já vem de longe, muito antes deste mês de maus resultados desportivos. Nasceu, desenvolveu-se e cristalizou-se desde a sua tomada de posse.

2. É seguramente o rei incontestável das audiências televisivas. Principalmente nos canais mais sensacionalistas cujos pivots não disfarçam as obsessões anti leoninas inquinando e desvirtuando a liberdade de expressão dos representantes do Sporting nesses programas.

3. Os factos anteriormente aduzidos demonstram à saciedade o poder do Sporting quando encontra uma estrada para poder embalar a sua força.

4. Posta esta questão prévia, analisemos as origens e as consequências dos maus resultados:

4.1. A derrota com o Benfica é o motor que acelera este quadro. Não pelo resultado, mas pela injustiça do jogo jogado e pela interferência maligna da arbitragem.

4.2. Não conseguimos bloquear este momento e utilizar esta pedra no caminho como um trampolim. Estivemos mal. Aqui seria necessária uma intervenção global de união interna e de concertação externa para podermos estar todos vestidos com o Colete anti balas.

4.3. Os resultados da Liga e da Taça, embora anormais, seriam facilmente expectáveis face ao quadro degenerativo que, entretanto, se formara.

4.4. Ausência de Jorge Jesus no banco foi um elemento agravante da situação.

4.5. A ida assertiva e afirmativa de Bruno de Carvalho ao balneário na ausência do treinador é um autêntico acto de gestão merecedor de laudos, ao contrário do que os nossos adversários insistentemente venderam. O chefe de uma família, o maestro de uma orquestra, o general entre as suas tropas, fazem o que o Bruno fez. Não é o lugar próprio de um Presidente, dizem alguns. Entendemos rigorosamente o contrário. Deveria ter manifestado o seu desagrado e puxado pelo entusiasmo dos jogadores no hotel, dizem outros. Também não concordamos. Este acto de gestão, para ser útil, tinha de ser feito naquele local e naquele momento, principalmente na ausência do treinador que até foi informado previamente do que iria suceder-se.

4.6. Face a este turbilhão de notícias falaciosas, enganadoras e sabotadoras do trilho de vitórias lançado pelo Bruno de Carvalho, temos de fazer duas coisas: em primeiro lugar, voltar a jogar bom futebol e isso Jesus saberá como; em segundo lugar temos de aproveitar os nossos pesos pesados da comunicação televisiva, como aconteceu nos últimos dias com o Dr. Dias Ferreira, Dr. Eduardo Barroso e o Dr. Rogério Alves, para pontuarmos as nossas razões e subalternizar o volume neurótico e esquizofrénico dos nossos adversários e dos agentes da comunicação social anti Sporting. O momento eleitoral presta-se a isso.

5. Como vemos, a crise não existe. Os nossos adversários inventaram-na e colaram-nos essa etiqueta mesmo quando jogámos o melhor futebol em Portugal, quando os nossos escalões de formação lideraram os seus campeonatos, quando até à última jornada discutimos o título nacional e quando no quadro económico saneàmos as finanças, fizemos as maiores vendas com valor acrecentado, construímos um Pavilhão sem acréscimo de endividamento, resgatámos os passes integrais (ou quase) dos jogadores aumentámos as reservas, enchemos os Estádios e no mínimo quintuplicámos o valor da marca Sporting. Com toda esta obra exorbitavam, os nossos adversários de inveja ecoando megafónicamente a nossa crise. Contudo como só se atiram pedras a árvores que dão frutos e só é combatido quem tem valor, devemos estar orgulhosos com o nosso caminho, não obstante de termos que utilizar melhor os atalhos que circunstancialmente nos aparecem, para chegarmos mais depressa ao nosso desiderato final que é, ganhar tudo em todas as competições.

Até à vitória no Funchal.


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