Hoje sim.
Hoje houve futebol.
Jogaram todos e bem. Quando digo todos refiro-me essencialmente ao Vitória, à arbitragem e à entrega de alguns jogadores do Sporting. É fácil sintetizar nesses termos porque foi a antítese de domingo.
Grande equipa esta a do Vitória de Setúbal. Bem orientada pelo nosso consócio Couceiro, superiormente posicionada e com o brilhozinho dos jovens talentos leões.
Quanto a nós há que melhorar a qualidade de passe no meio campo, diminuir os erros e os riscos desnecessários do Rúben Semedo e chutar mais. Falta-nos a eficácia, mas mais do que isso escasseiam os remates à baliza, os geniais centros do Gelson na direita raras ou nenhumas vezes têm aproveitamento. Porquê? Porque falta-nos alguém que jogue ao lado do Bas Dost e não nas suas costas.
Faltam-nos também os remates de fora da área. É isso que pedimos ao William e ao Bruno César.
Estamos muito bem na concentração, na intensidade, no coletivo e no querer.
Vamos então ganhar ao Braga e prosseguir o nosso caminho até à vitória final.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
As vicissitudes da maioria errada
Como é sabido, nem sempre a maioria tem razão. Aliás, normalmente não tem.
Também é na maioria que se enquadram e se protegem os fracos, os indecisos e os inopinados. É das tais regras que não se excecionam. Contudo, há vantagens em pertencer a essas maiorias. É o caso dos benfiquistas. É esta, genericamente a história do último fim de semana. O Sporting venceu em todos os capítulos, a saber: no futebol jogado, no espetáculo oferecido, na usual retidão dos seus apoiantes e na decência comunicativa dos seus dirigentes. No entanto perdeu. E perdeu com uma intensidade e projeção típicas das maiorias autocráticas. São os jornais, as televisões e todos os canais de comunicação a fazerem eco de uma vitória que é exemplarmente a vitória que apenas vergonhosamente vale a pena ser obtida.
Eu cá vou continuar atento e tranquilo
Sempre inclinado!
Também é na maioria que se enquadram e se protegem os fracos, os indecisos e os inopinados. É das tais regras que não se excecionam. Contudo, há vantagens em pertencer a essas maiorias. É o caso dos benfiquistas. É esta, genericamente a história do último fim de semana. O Sporting venceu em todos os capítulos, a saber: no futebol jogado, no espetáculo oferecido, na usual retidão dos seus apoiantes e na decência comunicativa dos seus dirigentes. No entanto perdeu. E perdeu com uma intensidade e projeção típicas das maiorias autocráticas. São os jornais, as televisões e todos os canais de comunicação a fazerem eco de uma vitória que é exemplarmente a vitória que apenas vergonhosamente vale a pena ser obtida.
Eu cá vou continuar atento e tranquilo
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